
Constatei alguma coisa que não gostei muito e embora nada me choca mais no mundo, ainda me dou ao luxo de me entristecer por alguns minutos, te escrever um post e lhe dizer que você não me faz de boba. Eu te vejo o tempo todo e sei que quando chego, você sai. Não sabia que em pouco tempo me tornaria um ser tão repugnante. Complexos de lado, também sei o que faz quando acha que não estou te vendo, mais ou menos como naquele filme eu sei o que vocês fizeram no verão passado mas prefiro te comparar com aquele outro alemão (eu e minha paixão pelo cinema europeu) corra, Lola, corra, simplesmente pelo título ou pela ilusão que um dia a mesma coisa seja feita de forma diferente. Mas ainda vivo sonhando com a cena daquela película que não emplacou que tinha no elenco o Rodrigo Santoro e eu comprei o DVD mesmo sabendo que a história não era lá grandes coisas, só para ver a cena quando Mark (Andrew Lincoln) faz uma linda declaração de amor para Juliet (Keira Knightley). Qual garota não suspirou com essa cena?

Porém o nosso enredo nos leva para aquele procedimento espetacular de brilho eterno de uma mente sem lembranças, mas diferentemente da ficção não vamos querer interromper o processo antes do fim. Daí eu acordo e vejo que a vida não é um filme, mas mesmo assim espero pela minha estréia.
Quem será o meu mocinho?
Deveria ter seguido aquele conselho que recebi no teste vocacional antes de entrar na faculdade… revelou que deveria ser atriz.



